Como alfacinha de gema, havia de um dia escrever um conto para celebrar o nosso Santo António, o padroeiro das coisas perdidas. Aqui está ele. Desfrutem. Um homem avança pelo corredor interminável de prateleiras. O seu passo tem ritmo, o eco a perder-se na imensidão do espaço. A pouca luz que entra pelas janelas altasContinue a ler “Fernando de Bulhões”
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A pinha
Assim que saio de casa, espreito por entre as folhas. Está ali! A avó Estrela brilha, como sempre, na ponta da cauda da ursa bebé. Hmmm. Dá-me coragem, a minha avó Estrela. Quando há nuvens no céu, eu não saio de casa. Fico escondido na minha árvore. Mas hoje não é uma dessas noites. HojeContinue a ler “A pinha”
