Fernando de Bulhões

Como alfacinha de gema, havia de um dia escrever um conto para celebrar o nosso Santo António, o padroeiro das coisas perdidas. Aqui está ele. Desfrutem. Um homem avança pelo corredor interminável de prateleiras. O seu passo tem ritmo, o eco a perder-se na imensidão do espaço. A pouca luz que entra pelas janelas altasContinue a ler “Fernando de Bulhões”