Em maio comem-se as cerejas ao borralho, ensina-me a Rosa enquanto planta pés de flores no terreno da Fundação. E assim tem sido. As cerejas colho-as de uma cerejeira nas traseiras da minha casa. O borralho, no meu caso, são os aquecedores que tenho acesos no quarto e no escritório para quebrar este frio queContinue a ler “6. Cerejas”
