16. Limoeiro

“Isso não vai dar em nada”, e não sei se estás a falar do meu rebento de limoeiro, se da minha residência literária. “É porque é de supermercado”, e a dúvida mantém-se. “Precisas de um limão da terra”, acredito,mas gosto do meu rebentoque fui eu quegerminei,plantei ecuideitodos os dias. Talvez nunca chegue a dar limões,masContinue a ler “16. Limoeiro”

O barulho do vento no trigo

Quando fiz trinta e cinco anos, a Carla ofereceu-me talvez a melhor prenda de sempre. Um boião de vidro cheio de mensagens escritas pelas pessoas que gostam de mim. O boião tem uma regra: só posso tirar um papel por dia. Este pormenor é delicioso e bastante frustrante. Por causa deste limite, as minha manhãsContinue a ler “O barulho do vento no trigo”