É o terceiro dia em que acordo às cinco da manhã com o chilrear dos pássaros. Na diagonal, claro. Apesar dos quarenta e cinco centímetros de espessura granítica, parece que estão dentro do quarto. Viro-me de lado e espero que se calem. Mas eles persistem. Soam animados como velhos amigos que se juntam ao almoçoContinue a ler “9. Pássaros”
